Madre Mazzarello

Nos caminhos de Dom Bosco, muita gente trilhou. Alguns deles foram canonizados (santos), outros beatificados; outros, ainda, declarados “veneráveis” (etapa anterior à beatificação) ou “servos de Deus” (aqueles que tiveram sua causa introduzida oficilamente, no longo caminho que vai até a santidade).

A esses que souberam acolher Dom Bosco em suas vidas, bem como a milhares de outros no mundo inteiro, dedicamos estas páginas “Nos caminhos de Dom Bosco”.

Aqui colocamos apenas alguns dos Santos, Beatos, Veneráveis e Servos de Deus. Estes e muitos outros poderão ser vistos no site oficial dos Salesianos: www.sdb.org/ na parte “santidade salesiana” (esse site tem opção de idioma).

Com informações e imagens do referido site, colocamos a seguir, breve biografia de Santa Maria Domingas Mazzarello, co-fundadora do ramo feminino da Família Salesiana, as Filhas de Maria Auxiliadora.

S. MARIA DOMINGAS MAZZARELLO (1837-1881)

Maria Domingas nasceu no dia 09 de maio de 1837, em Mornese (Alessandria).

Na família foi formada numa piedade sólida, numa laboriosidade incansável e grande senso prático e profundidade de discernimento que manifestou depois, também como Superiora.

Aos 15 anos, inscreveu-se na Associação das Filhas de Maria Imaculada e se abriu para o apostolado em meio às meninas do lugar.

A grave doença do tifo, contraída aos 23 anos, teve nela uma forte ressonância espiritual: se, por um lado, a experiência da fragilidade física tornou mais profundo o seu abandono em Deus, por outro lado a impeliu a abrir uma oficina de costura para ensinar às meninas o trabalho, a oração e o amor de Deus.

Graças à intensa participação aos sacramentos e sob a direção sábia e iluminada do Padre Pestarino, fez grandes progressos na vida espiritual. Por ocasião da visita de Dom Bosco a Mornese (08-10-1864) ela disse: “Dom Bosco é um Santo, e eu sinto isso!”.

Em 1872, Dom Bosco escolheu-a para dar início ao Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora.
Como Superiora, revelou-se hábil formadora e mestra de vida espiritual; tinha o carisma da alegria serena e tranqüilizadora, irradiando contentamento e atraindo outras jovens para se dedicarem à educação da mulher.

O Instituto progrediu rapidamente. Ao morrer, ela deixou às suas filhas uma tradição educativa toda permeada de valores evangélicos: a busca de Deus conhecido através de uma catequese esclarecida e de um amor ardente, a responsabilidade no trabalho, a franqueza e a humildade, a austeridade de vida e a alegre doação de si.

Morreu em Nizza Monferrato, no dia 14 de maio de 1881. Seus restos mortais são venerados na Basílica de Maria Auxiliadora, em Turim.

Sua festa anual é celebrada no dia 13 de maio.